Casamento de José Guerreiro e Maria Rita, Querença, 1886

Registo paroquial transcrito

Casamento de José Guerreiro e Maria Rita, Querença, 1886. Registo paroquial transcrito de Querença. José Guerreiro, Maria Rita, Antonio Guerreiro, Domingos de Sousa [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/002/0025.

Dados do registo

Tipo
Casamento
Casamento
1886-02-24
Noivo
José Guerreiro, 25 anos, solteiro, trabalhador, nat. Querença, mor. sitio do Ceritos [?], Querença
Noiva
Maria Rita, 21 anos, solteira, nat. Querença, mor. sitio do Valle d'Alfarroba [?], Querença
Pai do noivo
Antonio Guerreiro, nat. Querença
Mãe do noivo
Maria d'Jezus, nat. Querença
Pai da noiva
Domingos de Sousa [?], nat. Querença
Mãe da noiva
Maria Pinto [?], nat. Querença
Testemunhas
José Gonçalvez [?], lavrador, mor. sitio do Ceritos [?], Querença; Manoel Martins Cabrita, lavrador, mor. S. Lourenço de Almansil [?]
Pároco
Francisco Antonio de Aragão
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/002/0025
Número
1

Perguntas deste registo

Quando casaram José Guerreiro e Maria Rita?
José Guerreiro e Maria Rita casaram em 1886-02-24.
Quem foram as testemunhas?
As testemunhas registadas foram José Gonçalvez [?], lavrador, mor. sitio do Ceritos [?], Querença; Manoel Martins Cabrita, lavrador, mor. S. Lourenço de Almansil [?].

Transcrição

N.º 1 Aos vinte e quatro dias do mez de Fevereiro do anno de mil, oitocentos, e oitenta e seis, n'esta Parochial Egreja de Nossa Senhora d'Assumpção de Querença, Concelho de Loulé, Diocese do Algarve, na minha presença comparecerão os Nubentes José Guerreiro e Maria Rita; os quaes si irmos os proprios, com todos os requis. do estilo corrente, sem impedimento algum canonico ou civil para o casamento; elle de idade de vinte e cinco annos, solteiro, trabalhador, natural, baptisado n'esta freguesia, e morador no sitio do Ceritos [?] da mesma, filho legitimo de Antonio Guerreiro e Maria d'Jezus, naturaes d'esta freguesia — ella d'idade de vinte e um annos, solteira, vivendo em casa de seus paes, natural, baptisada n'esta freguesia, moradora no sitio do Valle d'Alfarroba [?] da mesma, filha legitima de Domingos de Sousa [?] e Maria Pinto [?], naturaes d'esta freguesia: os quaes Nubentes, se receberão por marido, e mulher, e se uni em matrimonio, procedendo em todo este acto em forma o rito da Santa Madre Egreja Catholica Apostolica Romana. Forão testemunhas, que si irmos os proprios, José Gonçalvez [?], casado [?], lavrador, morador no sitio do Ceritos [?] d'esta freguesia, Manuel Cabrita, casado, lavrador, e morador em S. Lourenço de Almansil [?]. Para constar lavrei em duplicado o presente assento, que depois de ser lido, conferi perante as [?] testemunhas, que o noivo e a noiva [?] este acto [?] assentão [?] nela somente por uma Cruz, nem a outra sabe escrever. Intitou [?] as testemunhas — Manoel Martins Cabrita. O Prior Francisco Antonio de Aragão