Baptismo de Maria, Querença, 1911. Registo paroquial transcrito de Querença. Maria, Manoel Guerreiro, Rosa Guerreva [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1911-02-05
- Criança
- Maria
- Sexo
- Feminino
- Nascimento
- 1910-10-19
- Hora
- 4:00 AM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio do Vincentos [?]
- Pai
- Manoel Guerreiro, trabalhador, nat. Salir
- Mãe
- Rosa Guerreva [?], Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- Joaquim Guerreiro
- Avó paterna
- Maria do Rosario
- Avô materno
- Manoel da Silva
- Avó materna
- Maria Guerreira
- Padrinho
- Manoel Antonio Martins, trabalhador
- Madrinha
- Maria Guerreira [?]
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057
- Página
- 13
- Número
- 9
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Maria?
- Maria foi baptizado em 1911-02-05.
- Onde nasceu Maria?
- Maria nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Maria?
- Os pais registados foram Manoel Guerreiro e Rosa Guerreva [?].
Transcrição
No dia cinco do mez de fevereiro do anno de mil novecentos e onze, n'esta Egreja parochial de Nossa Senhora da Assumpção de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente um individuo do sexo feminino — a quem dei o nome de Maria — que nasceu n'esta freguesia — as quatro horas da manhã — do dia dezenove [?] — do mez de outubro — do anno de mil novecentos e dez — filha legitima, segunda do nome, de Manoel Guerreiro, trabalhador, natural da freguesia de Salir, deste concelho, e de Rosa Guerreva [?], Domestica, natural d'esta freguesia de Querença, recebidos em Salir, parochianos d'esta de Querença, moradores no sitio do Vincentos [?] — neta paterna de Joaquim Guerreiro e de Maria do Rosario — e materna de Manoel da Silva e de Maria Guerreira — Foi padrinho Manoel Antonio Martins, casado, trabalhador, e madricta Maria Guerreira [?], casada — os quaes todos sei — serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido, perante os padrinhos Commigo não o assignam por não saberem escrever — Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal