Baptismo de Rosa, Querença, 1911

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Rosa, Querença, 1911. Registo paroquial transcrito de Querença. Rosa, Manoel Antonio, Maria da Purificação [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1911-01-23
Criança
Rosa
Sexo
Feminino
Nascimento
1911-01-04
Hora
5:00 PM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio da Charneca
Pai
Manoel Antonio, trabalhador, nat. Querença
Mãe
Maria da Purificação [?], Domestica, nat. Querença
Avô paterno
Antonio Joaquim
Avó paterna
Maria Ignacia
Avô materno
Manoel Guerreiro
Avó materna
Margarida do Carmo
Padrinho
Manoel Guerreiro, trabalhador
Madrinha
Custodia da Conceição
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057
Página
10
Número
6

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Rosa?
Rosa foi baptizado em 1911-01-23.
Onde nasceu Rosa?
Rosa nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Rosa?
Os pais registados foram Manoel Antonio e Maria da Purificação [?].

Transcrição

No dia vinte e tres do mês de janeiro do anno de mil novecentos e onze, n'esta Egreja parochial de Nossa Senhora da Assumpção de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente um individuo do sexo feminino — a quem dei — o nome de Rosa — que nasceu n'esta — freguesia — as cinco horas da tarde — do dia quatro — do mês de janeiro — do anno de mil novecentos e onze — filha legitima, primeira do nome, de Manoel Antonio, trabalhador, e de Maria da Purificação [?], Domestica, naturaes e recebidos n'esta freguesia, da qual são parochianos e moradores no sitio da Charneca — neta paterna de Antonio Joaquim e de Maria Ignacia — e materna de Manoel Guerreiro e de Margarida do Carmo — Foi padrinho Manoel Guerreiro, casado, trabalhador, e madrinha Custodia da Conceição, casada — os quaes todos sei — serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido, perante os padrinhos comigo não assignaram por não saberem escrever — Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal