Baptismo de José, Querença, 1911

Registo paroquial transcrito

Baptismo de José, Querença, 1911. Registo paroquial transcrito de Querença. José, Joaquim [?] Guerreiro, Sebastiana Gonçalves [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1911-03-30
Criança
José
Sexo
Masculino
Nascimento
1911-02-06
Hora
6:00 AM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio do Monte das Figueiras de Baixo
Pai
Joaquim [?] Guerreiro, trabalhador [?], nat. Querença
Mãe
Sebastiana Gonçalves [?], Domestica, nat. Salir, Loulé
Avô paterno
Francisco Guerreiro
Avó paterna
Ignacia Catharina
Avô materno
Manuel Rodrigues
Avó materna
Maria Gonçalves
Padrinho
Francisco Guerreiro, trabalhador
Madrinha
Maria Joaquina
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057
Página
33
Número
29

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado José?
José foi baptizado em 1911-03-30.
Onde nasceu José?
José nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de José?
Os pais registados foram Joaquim [?] Guerreiro e Sebastiana Gonçalves [?].

Transcrição

No dia trinta do mês de março do anno de mil novecentos e onze, n'esta Egreja parochial de Nossa Senhora da Assunção de Querença, concelho de Loulé, diocese de Algarve — baptisei solennemente um individuo do sexo masculino — a quem dei — o nome de José — que nasceu n'esta — freguesia — as seis — hora da manhã — do dia seis — do mês de fevereiro — do anno de mil novecentos e onze — filho legitimo, primeiro — do nome, de Joaquim [?] Guerreiro, trabalhador [?], natural d'esta freguesia, e de Sebastiana Gonçalves [?], Domestica, natural da freguesia de Salir, d'este concelho e diocese, recebidos e parochianos d'esta freguesia de Querença, moradores no sitio do Monte das Figueiras de Baixo — neto paterno de Francisco Guerreiro e de Ignacia Catharina — e materno de Manuel Rodrigues e de Maria Gonçalves — Foi padrinho Francisco Guerreiro, solteiro, trabalhador, e madrinha Maria Joaquina, casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido, perante os padrinhos commigo não o assignam por não saberem escrever — Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal