Baptismo de Maria, Querença, 1911

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Maria, Querença, 1911. Registo paroquial transcrito de Querença. Maria, José de Sousa [?], Josefa Thereza. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1911-03-29
Criança
Maria
Sexo
Feminino
Nascimento
1911-02-01
Hora
2:00 AM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio da Aldeia Patão
Pai
José de Sousa [?], proprietario, nat. Querença
Mãe
Josefa Thereza, Domestica, nat. Querença
Avô paterno
José de Sousa
Avó paterna
Rita [?] Maria
Avô materno
Jeronymo de Sousa Brina [?]
Avó materna
Sebastianna Thereza
Padrinho
Manoel de Sousa, proprietario
Madrinha
Maria Sebastianna
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057
Página
30
Número
26

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Maria?
Maria foi baptizado em 1911-03-29.
Onde nasceu Maria?
Maria nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Maria?
Os pais registados foram José de Sousa [?] e Josefa Thereza.

Transcrição

No dia vinte e nove do mês de março do anno de mil novecentos e onze, n'esta Egreja parochial de Nossa Senhora da Assumpção de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente um individuo do sexo feminino a quem dei o nome de Maria — que nasceu n'esta freguesia — ás duas horas da manhã do dia um — do mês de fevereiro — do anno de mil novecentos e onze — filha legitima, primeira do nome, de José de Sousa [?], proprietario, e de Josefa Thereza, Domestica, naturaes e recebidos n'esta freguesia, da qual são parochianos e moradores no sitio da Aldeia Patão — neta paterna de José de Sousa e de Rita [?] Maria — e materna de Jeronymo de Sousa Brina [?] e de Sebastianna Thereza — Foi padrinho Manoel de Sousa, casado, proprietario, e madrinha Maria Sebastianna, solteira — os quaes todos sei — serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido, perante os padrinhos commigo não o assignaram por não saberem escrever — Era ut supra. Declaro que collei no duplicado um sello da taxa de duzentos reis que vai devidamente inutilisado. O Parocho, José Pedro do Leal