Baptismo de José, Querença, 1911

Registo paroquial transcrito

Baptismo de José, Querença, 1911. Registo paroquial transcrito de Querença. José, José Rodrigues, Algracia [?] Thereza [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1911-03-09
Criança
José
Sexo
Masculino
Nascimento
1911-03-01
Hora
5:00 AM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio da Amendoeira
Pai
José Rodrigues, trabalhador, nat. Querença [?]
Mãe
Algracia [?] Thereza [?], Domestica, nat. São Clemente, Loulé
Avô paterno
Francisco Rodrigues
Avó paterna
Joaquina da Conceição
Avô materno
José Ignacio
Avó materna
Maria Thereza
Padrinho
Manuel Augusto [?] Cabrita, moleiro
Madrinha
Rosalinda da Conceição
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057
Página
29
Número
25

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado José?
José foi baptizado em 1911-03-09.
Onde nasceu José?
José nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de José?
Os pais registados foram José Rodrigues e Algracia [?] Thereza [?].

Transcrição

No dia nove do mês de março do anno de mil novecentos e onze, n'esta Egreja parochial de Nossa Senhora da Assumpção de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente um individuo do sexo masculino — a quem dei — o nome de José — que nasceu n'esta — freguesia — ás cinco horas da manhã — do dia um — do mês de março — do anno de mil novecentos e onze — filho legitimo, primeiro do nome, de José Rodrigues, trabalhador, natural d'esta freguesia [?], e de Algracia [?] Thereza [?], Domestica, natural e recebida na freguesia de São Clemente e concelho de Loulé, d'esta diocese, parochianos d'esta freguesia de Querença, moradores no sitio da Amendoeira — neto paterno de Francisco Rodrigues e de Joaquina da Conceição — e materno de José Ignacio e de Maria Thereza — Foi padrinho Manuel Augusto [?] Cabrita, casado, moleiro, e madrinha Rosalinda da Conceição, casada — os quaes todos sei — serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido, perante os padrinhos commigo não o assignam por não saberem escrever — Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal