Baptismo de Beatriz, Querença, 1911. Registo paroquial transcrito de Querença. Beatriz, Manoel Correia, Isabel dos Santos [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1911-03-05
- Criança
- Beatriz
- Sexo
- Feminino
- Nascimento
- 1910-12-29
- Hora
- 2:00 PM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio do Cerro da Crista [?]
- Pai
- Manoel Correia, trabalhador, nat. São Braz de Alportel, Faro
- Mãe
- Isabel dos Santos [?], Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- Manoel Correia
- Avó paterna
- Joaquina da Conceição
- Avô materno
- Manoel da Silva
- Avó materna
- Maria Ignacia
- Padrinho
- Manoel Lourenço, proprietario
- Madrinha
- Maria Custodia
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057
- Página
- 28
- Número
- 24
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Beatriz?
- Beatriz foi baptizado em 1911-03-05.
- Onde nasceu Beatriz?
- Beatriz nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Beatriz?
- Os pais registados foram Manoel Correia e Isabel dos Santos [?].
Transcrição
No dia cinco do mês de março do anno de mil novecentos e onze, n'esta Egreja parochial de Nossa Senhora da Assumpção de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente um individuo do sexo feminino — a quem dei o nome de Beatriz — que nasceu n'esta freguesia — as duas horas da tarde — do dia vinte e nove — do mês de Dezembro — do anno de mil novecentos e dez — filha legitima, primeira do nome, de Manoel Correia, trabalhador, natural da freguesia de São Braz de Alportel, concelho de Faro, d'este Bispado, e de Isabel dos Santos [?], Domestica, natural e recebidos n'esta freguesia de Querença, da qual são parochianos e moradores no sitio do Cerro da [?] Crista [?] — neta paterna de Manoel Correia e de Joaquina da Conceição — e materna de Manoel da Silva e de Maria Ignacia — Foi padrinho Manoel Lourenço, solteiro, proprietario, e madrinha Maria Custodia, casada — os quaes todos sei — serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido, perante os padrinhos commigo assignou o padrinho por a madrinha não saber escrever — Era ut supra. O Padrinho — Manoel Lourenço. O Parocho, José Pedro do Leal