Baptismo de Antonio, Querença, 1911. Registo paroquial transcrito de Querença. Antonio, Manoel Joaquim Lourenço [?], Maria Rita. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1911-02-25
- Criança
- Antonio
- Sexo
- Masculino
- Nascimento
- 1910-11-17
- Hora
- 8:00 PM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio dos Funchoaes [?]
- Pai
- Manoel Joaquim Lourenço [?], trabalhador, nat. São Clemente, Loulé
- Mãe
- Maria Rita, Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- Joaquim Lourenço
- Avó paterna
- Maria Joaquina
- Avô materno
- Francisco de Paula [?]
- Avó materna
- Rita Victoria
- Padrinho
- Manoel Rodrigues Cebola, trabalhador
- Madrinha
- Maria Quaresio [?]
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057
- Página
- 22
- Número
- 18
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Antonio?
- Antonio foi baptizado em 1911-02-25.
- Onde nasceu Antonio?
- Antonio nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Antonio?
- Os pais registados foram Manoel Joaquim Lourenço [?] e Maria Rita.
Transcrição
No dia vinte e cinco do mês de fevereiro do anno de mil novecentos e onze, n'esta Egreja parochial da Nossa Senhora da Assumpção de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente um individuo do sexo masculino — a quem dei — o nome de Antonio — que nasceu n'esta — freguesia — de oito — hora da noite — do dia dezassete [?] — do mês de novembro — do anno de mil novecentos e dez — filho legitimo, primeiro — do nome, de Manoel Joaquim Lourenço [?], trabalhador, natural da freguesia de São Clemente e concelho de Loulé, d'esta diocese, e de Maria Rita, Domestica, natural d'esta freguesia de Querença, recebidos na referida [?] freguesia de São Clemente de Loulé, parochianos d'esta de Querença, moradores no sitio dos Funchoaes [?] — neto paterno de Joaquim Lourenço e de Maria Joaquina — e materno de Francisco de Paula [?] e de Rita Victoria — Foi padrinho Manoel Rodrigues Cebola, casado, trabalhador, e madrinha Maria Quaresio [?], solteira — os quaes todos sei — serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido, perante os padrinhos commigo, não o assignou por não saberem escrever — Era ut supra. Declaro que collei no duplicado um sello de taxa de cem reis que vae devidamente inutilisado. O Parocho, José Pedro do Leal