Baptismo de Maria, Querença, 1911. Registo paroquial transcrito de Querença. Maria, Manuel Veiga, Ritta Guerreiro. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1911-02-25
- Criança
- Maria
- Sexo
- Feminino
- Nascimento
- 1911-01-18
- Hora
- 3:00 PM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio da Tôr
- Pai
- Manuel Veiga, proprietario, nat. Querença
- Mãe
- Ritta Guerreiro, Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- Manuel Veiga
- Avó paterna
- Maria Victoria
- Avô materno
- Manoel Guerreiro Catella
- Avó materna
- Marianna Iriez [?]
- Padrinho
- José da Silva, proprietario
- Madrinha
- Maria Victoria
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057
- Página
- 21
- Número
- 17
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Maria?
- Maria foi baptizado em 1911-02-25.
- Onde nasceu Maria?
- Maria nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Maria?
- Os pais registados foram Manuel Veiga e Ritta Guerreiro.
Transcrição
No dia vinte e cinco do mês de fevereiro do anno de mil novecentos e onze, n'esta Egreja parochial de Nossa Senhora da Assumpção de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo do sexo feminino, a quem dei o nome de Maria, que nasceu n'esta freguesia, ás tres horas da tarde do dia dezoito do mês de janeiro do anno de mil novecentos e onze, filha legitima, quarta do nome, de Manuel Veiga, proprietario, e de Ericta [?] Guerreiro, Domestica, naturaes e recebidos n'esta freguesia, da qual são parochianos e moradores no sitio da Tôr — neta paterna de Manuel Veiga e de Maria Victoria — e materna de Manoel Guerreiro Catella e de Marianna Iriez [?] — Foi padrinho José da Silva, casado, proprietario, e madrinha Maria Victoria, casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido, perante os padrinhos commigo não o assignaram por não saberem escrever. Era ut supra. Declaro que collei no duplicado um sello de taxa de cem reis que vae devidamente inutilisado. O Parocho, José Pedro do Leal