Baptismo de Francisco, Querença, 1911. Registo paroquial transcrito de Querença. Francisco, Domingos Guerreiro, Maria Josepha. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1911-02-12
- Criança
- Francisco
- Sexo
- Masculino
- Nascimento
- 1911-01-14
- Hora
- 3:00 AM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio da Factella
- Pai
- Domingos Guerreiro, trabalhador, nat. Querença
- Mãe
- Maria Josepha, Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- Antonio Guerreiro
- Avó paterna
- Joita [?] da Conceição
- Avô materno
- Manuel de Sousa Santanna
- Avó materna
- Maria Josepha
- Padrinho
- Domingos da Silva, proprietario
- Madrinha
- Mariana [?] da Conceição
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057
- Página
- 16
- Número
- 12
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Francisco?
- Francisco foi baptizado em 1911-02-12.
- Onde nasceu Francisco?
- Francisco nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Francisco?
- Os pais registados foram Domingos Guerreiro e Maria Josepha.
Transcrição
No dia doze do mês de fevereiro do anno de mil novecentos e onze, n'esta Egreja parochial de Nossa Senhora da Assumpção de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente um individuo do sexo masculino — a quem dei o nome de Francisco — que nasceu n'esta freguesia — as tres horas da manhã do dia quatorze — do mês de janeiro — do anno de mil novecentos e onze — filho legitimo, primeiro do nome, de Domingos Guerreiro, trabalhador, e de Maria Josepha, Domestica, naturaes e recebidos n'esta freguezia da qual são parochianos e moradores no sitio da Factella — neto paterno de Antonio Guerreiro e de Joita [?] da Conceição — e materno de Manuel de Sousa Santanna e de Maria Josepha — Foi padrinho Domingos da Silva, casado [?], proprietario, e madrinha Mariana da Conceição, solteira — os quaes todos sei — serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido, perante os padrinhos comigo não o assignam por não saberem escrever — Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal