Baptismo de José, Querença, 1911

Registo paroquial transcrito

Baptismo de José, Querença, 1911. Registo paroquial transcrito de Querença. José, Manoel do Sacramento, Antonia Luiz. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1911-02-05
Criança
José
Sexo
Masculino
Nascimento
1911-01-15
Hora
11:00 PM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio da Alçaria de Tor [?]
Pai
Manoel do Sacramento, trabalhador, nat. São Clemente, Loulé
Mãe
Antonia Luiz, Domestica, nat. Querença
Avô paterno
Francisco do Sacramento
Avó paterna
Maria Barbara
Avô materno
Manoel Guerreiro Catita [?]
Avó materna
Marianna Luiz
Padrinho
José Lugas Braiça [?], trabalhador
Madrinha
Francisca Alacid [?]
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0057
Página
14
Número
10

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado José?
José foi baptizado em 1911-02-05.
Onde nasceu José?
José nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de José?
Os pais registados foram Manoel do Sacramento e Antonia Luiz.

Transcrição

No dia cinco do mês de fevereiro do anno de mil novecentos e onze, n'esta Egreja parochial de Nossa Senhora da Assumpção de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente um individuo do sexo masculino — a quem dei o nome de José — que nasceu n'esta freguesia — as onze horas da noite — do dia quinze — do mês de janeiro — do anno de mil novecentos e onze — filho legitimo, primeiro do nome, de Manoel do Sacramento, trabalhador, natural da freguesia de São Clemente e concelho de Loulé, e de Antonia Luiz, Domestica, natural e recebidos n'esta freguesia de Querença, da qual são parochianos e moradores no sitio da Alçaria de Tor [?] — neto paterno de Francisco do Sacramento e de Maria Barbara — e materno de Manoel Guerreiro Catita [?] e de Marianna Luiz — Foi padrinho José Lugas Braiça [?], casado, trabalhador, e madrinha Francisca Alacid [?], casada — os quaes todos sei — serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido, perante os padrinhos comigo não o assignam por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal