Baptismo de Maria, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Maria, Antonio Martins, Maria [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1910-11-28
- Criança
- Maria
- Sexo
- Feminino
- Nascimento
- 1910-10-30
- Hora
- 6:00 AM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- [?] [?]] [?]
- Pai
- Antonio Martins, trabalhador, nat. Salir, Loulé
- Mãe
- Maria [?], Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- Sebastião Martins
- Avó paterna
- Antonia do Espirito Santo
- Avô materno
- Manuel dos Santos
- Avó materna
- Maria Luzia
- Padrinho
- Manuel Francisco Miguel, trabalhador
- Madrinha
- Antonia Maria
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
- Fólio
- 74v
- Página
- 92
- Número
- 88
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Maria?
- Maria foi baptizado em 1910-11-28.
- Onde nasceu Maria?
- Maria nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Maria?
- Os pais registados foram Antonio Martins e Maria [?].
Transcrição
No dia vinte e oito do mez de novembro do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de [Nossa Senhora?] d[a] [Assunção?] de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo feminino — a quem dei o nome de Maria que nasceu n'esta freguesia — as seis horas da manhã — do dia trinta — do mez de outubro — do anno de mil novecentos e dez, filha legitima, primeira do nome, de Antonio Martins, trabalhador, natural da [fre]guesia de Salir, d'este Concelho e Diocese, e de Maria [Alves?], Domestica, natural e recebidos n'esta paroquia, da qual são parochianos e moradores n[o] [sitio?] [d[o]] [Farrobo?] — neta paterna de Sebastião Martins e de Antonia do Espirito Santo — e materna de Manuel dos Santos e de Maria Luzia — Foi padrinho Manuel Francisco Miguel, solteiro, trabalhador, e madricta Antonia Maria, solteira — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo [?] não o assignam por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal