Baptismo de José, Querença, [treze?] do mez de novembro do anno de mil novecentos e dez

Registo paroquial transcrito

Baptismo de José, Querença, [treze?] do mez de novembro do anno de mil novecentos e dez. Registo paroquial transcrito de Querença. José, Manuel Emydio, Maria da Conceição. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
[treze?] do mez de novembro do anno de mil novecentos e dez
Criança
José
Sexo
Masculino
Nascimento
1910-10-09
Hora
9:00 PM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio d[?] [?]
Pai
Manuel Emydio, proprietario, nat. Querença
Mãe
Maria da Conceição, Domestica, nat. Querença
Avô paterno
Manuel Emydio
Avó paterna
Maria [?]
Avô materno
Joaquim Guerreiro [?]
Avó materna
Maria [?]
Padrinho
José Guerreiro [?], proprietario
Madrinha
Antonia de Souza Pereira
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
Fólio
72v
Página
88
Número
84

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado José?
José foi baptizado em [treze?] do mez de novembro do anno de mil novecentos e dez.
Onde nasceu José?
José nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de José?
Os pais registados foram Manuel Emydio e Maria da Conceição.

Transcrição

No dia [treze?] do mez de novembro do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de [Nossa Senhora?] d[a] [Assunção?] de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo masculino — a quem dei o nome de José que nasceu n'esta freguesia — as nove horas da noite — do dia nove — do mez de outubro — do anno de mil novecentos e dez, filho legitimo, primeiro do nome, de Manuel Emydio, proprietario, e de Maria da Conceição, Domestica, naturaes e recebidos n'esta [fre]guesia, da qual são parochianos e moradores no sitio d[a] [Amurcecia?] — neto paterno de Manuel Emydio e de Maria [Costa?] — e materno de Joaquim Guerreiro [d'Abucha?] e de Maria [Ritta?] — Foi padrinho José Guerreiro [Abualho?], solteiro, proprietario, e madricta Antonia de Souza Pereira, solteira — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo [?] o assigna a madricta por o padrinho não saber escrever. Era ut supra. A Madricta, Antonia de Souza Pereira. O Parocho, José Pedro do Leal