Baptismo de Bento, Querença, 1910

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Bento, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Bento, José Joaquim, Antonia Maria. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1910-11-01
Criança
Bento
Sexo
Masculino
Nascimento
1910-06-29
Hora
8:00 AM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio d[?] Corte d[?] [?]
Pai
José Joaquim, trabalhador, nat. Querença
Mãe
Antonia Maria, Domestica, nat. Salir, Loulé
Avô paterno
Manuel Joaquim
Avó paterna
Isabel da Conceição
Avô materno
Antonio de Sousa
Avó materna
Maria Isabel
Padrinho
Manuel Guerreiro [?][?], trabalhador
Madrinha
Antonia da Conceição
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
Fólio
68
Página
79
Número
75

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Bento?
Bento foi baptizado em 1910-11-01.
Onde nasceu Bento?
Bento nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Bento?
Os pais registados foram José Joaquim e Antonia Maria.

Transcrição

No dia um do mez de novembro do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de [Nossa Senhora?] d[a] [Assunção?] de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo masculino — a quem dei o nome de Bento que nasceu n'esta freguesia — as oito horas da manhã — do dia vinte e nove — do mez de junho — do anno de mil novecentos e dez, filho legitimo, primeiro do nome, de José Joaquim, trabalhador, natural d'esta [fre]guesia, e de Antonia Maria, Domestica, natural e recebid[a] na [fre]guesia de Salir, d'este Concelho e Diocese, parochianos d'esta [fre]guesia de Querença, moradores no sitio d[a] Corte d[o] [Misto?] — neto paterno de Manuel Joaquim e de Isabel da Conceição — e materno de Antonio de Sousa e de Maria Isabel — Foi padrinho Manuel Guerreiro [d'][Malha?], solteiro, trabalhador, e madricta Antonia da Conceição, casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assignam por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal