Baptismo de Francisco, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Francisco, Joaquim Ignacio Nunes, [?] Maria. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1910-10-23
- Criança
- Francisco
- Sexo
- Masculino
- Nascimento
- 1910-10-08
- Hora
- [?] AM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio d[?] [?] d[?] Corte
- Pai
- Joaquim Ignacio Nunes, trabalhador, nat. São Clemente, Loulé
- Mãe
- [?] Maria, Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- Antonio Ignacio Nunes
- Avó paterna
- Maria de Jesus
- Avô materno
- Francisco [?]
- Avó materna
- Maria Francisca
- Padrinho
- Francisco Faria, trabalhador
- Madrinha
- [?] Seraphina
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
- Fólio
- 67v
- Página
- 78
- Número
- 74
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Francisco?
- Francisco foi baptizado em 1910-10-23.
- Onde nasceu Francisco?
- Francisco nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Francisco?
- Os pais registados foram Joaquim Ignacio Nunes e [?] Maria.
Transcrição
No dia vinte e tres do mez de outubro do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de [Nossa Senhora?] d[a] [Assunção?] de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo masculino — a quem dei o nome de Francisco que nasceu n'esta freguesia — as [oito?] horas da manhã — do dia oito — do mez de outubro — do anno de mil novecentos e dez, filho legitimo, primeiro do nome, de Joaquim Ignacio Nunes, trabalhador, natural d[a] [fre]guesia de São Clemente, e concelho de Loulé, d'esta Diocese, e de [Domingas?] Maria, Domestica, natural d'esta [fre]guesia de Querença, recebid[a] na [sobredita?] de São Clemente, parochianos d'esta d[e] Querença, moradores no sitio d[o] [Agro?] d[a] Corte — neto paterno de Antonio Ignacio Nunes e de Maria de Jesus — e materno de Francisco [Grijone?] e de Maria Francisca — Foi padrinho Francisco Faria, casado, trabalhador, e madricta [Ritta?] Seraphina, casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assignam por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal