Baptismo de Antonio, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Antonio, Miguel de Lucas, Rosa de Lucas. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1910-10-23
- Criança
- Antonio
- Sexo
- Masculino
- Nascimento
- 1910-09-24
- Hora
- 8:00 AM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio d[?] [?] d[?] [?]
- Pai
- Miguel de Lucas, trabalhador, nat. Querença
- Mãe
- Rosa de Lucas, Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- José [?]
- Avó paterna
- Luiza Guerreiro
- Avô materno
- José João de [?]
- Avó materna
- [?] d[?] [?]
- Padrinho
- Antonio Guerreiro, trabalhador
- Madrinha
- Bricida Maria [?]
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
- Fólio
- 67
- Página
- 77
- Número
- 73
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Antonio?
- Antonio foi baptizado em 1910-10-23.
- Onde nasceu Antonio?
- Antonio nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Antonio?
- Os pais registados foram Miguel de Lucas e Rosa de Lucas.
Transcrição
No dia vinte e tres do mez de outubro do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de [Nossa Senhora?] d[a] [Assunção?] de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo masculino — a quem dei o nome de Antonio que nasceu n'esta freguesia — as oito horas da manhã — do dia vinte e quatro — do mez de setembro — do anno de mil novecentos e dez, filho legitimo, primeiro do nome, de Miguel de Lucas, trabalhador, e de Rosa de Lucas, Domestica, naturaes e recebidos n'esta [fre]guesia, da qual são parochianos e moradores no sitio d[o] [Cerro?] d[os] [Obichotos?] — neto paterno de José [de Sousa?] e de Luiza Guerreiro — e materno de José João de [Sousa?] e de [Isabel?] d[a] [Conceição?] — Foi padrinho Antonio Guerreiro, casado, trabalhador, e madricta Bricida Maria [Rosa?], solteira — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo assigna o padrinho por a madricta não saber escrever. Era ut supra. O Padrinho, Antonio Guerreiro. O Parocho, José Pedro do Leal