Baptismo de Ricardo, Querença, 1910

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Ricardo, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Ricardo, Joaquim [?], [?] Maria. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1910-10-10
Criança
Ricardo
Sexo
Masculino
Nascimento
1910-09-28
Hora
[?] PM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio d[?] [?] Garcia
Pai
Joaquim [?], trabalhador, nat. Querença
Mãe
[?] Maria, Domestica, nat. Querença
Avô paterno
Joaquim [?]
Avó paterna
Francisca Maria
Avô materno
Manuel [?]
Avó materna
[?] Seraphina
Padrinho
Manuel [?] d[?] [?], trabalhador
Madrinha
Maria Francisca
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
Fólio
65
Página
73
Número
69

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Ricardo?
Ricardo foi baptizado em 1910-10-10.
Onde nasceu Ricardo?
Ricardo nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Ricardo?
Os pais registados foram Joaquim [?] e [?] Maria.

Transcrição

No dia dez do mez de outubro do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial d[e] [Nossa Senhora?] d[a] [Assunção?] de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo masculino — a quem dei o nome de Ricardo que nasceu n'esta freguesia — as [dez?] horas da noite — do dia vinte e oito — do mez de setembro — do anno de mil novecentos e dez, filho legitimo, primeiro do nome, de Joaquim [Loubo?], trabalhador, e de [Custodia?] Maria, Domestica, naturaes e recebidos n'esta [fre]guesia, da qual são parochianos e moradores no sitio d[a] [Corte?] Garcia — neto paterno de Joaquim [Loubo?] e de Francisca Maria — e materno de Manuel [Custodio?] e de [Maria?] Seraphina — Foi padrinho Manuel [Miguel?] d[os] [Santos?], solteiro, trabalhador, e madricta Maria Francisca, [viúva?] — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assignam por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal