Baptismo de Antonio, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Antonio, João Guerreiro, Maria [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1910-10-08
- Criança
- Antonio
- Sexo
- Masculino
- Nascimento
- 1910-06-26
- Hora
- 7:00 AM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio d[?] [?]
- Pai
- João Guerreiro, trabalhador, nat. Querença
- Mãe
- Maria [?], Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- Antonio Guerreiro
- Avó paterna
- Maria de Jesus
- Avô materno
- Manuel Custodio
- Avó materna
- [?] da Conceição
- Padrinho
- Antonio Custodio, trabalhador
- Madrinha
- Maria da [?]
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
- Fólio
- 64v
- Página
- 72
- Número
- 68
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Antonio?
- Antonio foi baptizado em 1910-10-08.
- Onde nasceu Antonio?
- Antonio nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Antonio?
- Os pais registados foram João Guerreiro e Maria [?].
Transcrição
No dia oito do mez de outubro do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de [Nossa Senhora?] d[a] [Assunção?] de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo masculino — a quem dei o nome de Antonio que nasceu n'esta freguesia — as sete horas da manhã — do dia vinte e seis — do mez de junho — do anno de mil novecentos e dez, filho legitimo, primeiro do nome, de João Guerreiro, trabalhador, e de Maria [Rita?/Ria?], Domestica, naturaes e recebidos n'esta [fre]guesia, da qual são parochianos e moradores no sitio d[e] [Barlotte?] — neto paterno de Antonio Guerreiro e de Maria de Jesus — e materno de Manuel Custodio e de [?] da Conceição — Foi padrinho Antonio Custodio, solteiro, trabalhador, e madricta Maria da [Purificação?/Encarnação?], casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assignam por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal