Baptismo de Enriqueta, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Enriqueta, Antonio Costa, Maria [?] [?] [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1910-10-08
- Criança
- Enriqueta
- Sexo
- Feminino
- Nascimento
- 1910-08-21
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio d[?] [?] d[?] [?]
- Pai
- Antonio Costa, trabalhador, nat. Querença
- Mãe
- Maria [?] [?] [?], Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- Antonio Costa
- Avó paterna
- Maria da [?]
- Avô materno
- [?] [?]
- Avó materna
- [?] da [?]
- Padrinho
- Manuel Guerreiro, proprietario
- Madrinha
- [?] da Conceição
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
- Fólio
- 63
- Página
- 69
- Número
- 65
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Enriqueta?
- Enriqueta foi baptizado em 1910-10-08.
- Onde nasceu Enriqueta?
- Enriqueta nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Enriqueta?
- Os pais registados foram Antonio Costa e Maria [?] [?] [?].
Transcrição
No dia [oito?/quatro?] do mez de outubro do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial d[e] [Nossa Senhora?] d[a] [Assunção?] de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo feminino — a quem dei o nome de Enriqueta que nasceu n'esta freguesia — as [?] horas da manhã — do dia vinte e um — do mez de agosto — do anno de mil novecentos e dez, filha legitima, primeira do nome, de Antonio Costa, trabalhador, e de Maria [Roiz?/Reis?] [?] [Ignacia?], Domestica, naturaes e recebidos n'esta freguesia, da qual são parochianos e moradores no sitio d[a] [Tôr?] d[a] [Estalagem?] — neta paterna de Antonio Costa e de Maria da [Annunciação?/Conceição?] — e materna de [Manuel?] [Esteves?/Custódio?] e de [Mariana?] da [Conceição?] — Foi padrinho Manuel Guerreiro, casado, proprietario, e madricta [Custódia?/Gertrudes?] da Conceição, casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assigna por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal