Baptismo de Rosa, Querença, 1910

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Rosa, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Rosa, José Ignacio [?], Francisca [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1910-08-27
Criança
Rosa
Sexo
Feminino
Nascimento
1910-08-14
Hora
3:00 AM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio d[?] [?] d[?] [?]
Pai
José Ignacio [?], trabalhador, nat. São [Clemente?], d'este concelho
Mãe
Francisca [?], Domestica, nat. Querença
Avô paterno
José Ignacio
Avó paterna
Maria da [?]
Avô materno
Manuel [?]
Avó materna
[?] da Conceição
Padrinho
José [?], trabalhador
Madrinha
[?] da [?]
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
Fólio
62
Página
67
Número
63

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Rosa?
Rosa foi baptizado em 1910-08-27.
Onde nasceu Rosa?
Rosa nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Rosa?
Os pais registados foram José Ignacio [?] e Francisca [?].

Transcrição

No dia vinte e sete do mez de agosto do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial d[e] [Nossa Senhora?] d[a] [Assunção?] de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo feminino — a quem dei o nome de Rosa que nasceu n'esta freguesia — as [tres?] horas da manhã — do dia [quatorze?] — do mez de agosto — do anno de mil novecentos e dez, filha legitima, primeira do nome, de José Ignacio [Falleiro?], trabalhador, natural da freguesia de São [Clemente?], d'este concelho e diocese, e de Francisca [Perra?/Bera?], Domestica, natural e recebida n'esta freguesia de Querença, da qual são parochianos e moradores no sitio d[o] [Barranco?/Cerro?] d[a] [Fita?/Pita?] — neta paterna de José Ignacio e de Maria da [Conceição?] — e materna de Manuel [Esteves?] e de [Mariana?] da Conceição — Foi padrinho José [dos Santos?/da Conceição?], solteiro, trabalhador, e madricta [Gertrudes?] da [Conceição?], casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assigna por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal