Baptismo de Manuel, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Manuel, Francisco Gonçalves Nunes, Maria [?] da [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1910-08-27
- Criança
- Manuel
- Sexo
- Masculino
- Nascimento
- 1910-08-14
- Hora
- 7:00 AM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio d[?] [?]
- Pai
- Francisco Gonçalves Nunes, trabalhador, nat. Querença
- Mãe
- Maria [?] da [?], Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- [?] Gonçalves Nunes
- Avó paterna
- Maria [?]
- Avô materno
- [?] [?]
- Avó materna
- [?] da [?]
- Padrinho
- [?] da [?], trabalhador
- Madrinha
- [?] da [?]
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
- Fólio
- 61v
- Página
- 66
- Número
- 62
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Manuel?
- Manuel foi baptizado em 1910-08-27.
- Onde nasceu Manuel?
- Manuel nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Manuel?
- Os pais registados foram Francisco Gonçalves Nunes e Maria [?] da [?].
Transcrição
No dia vinte e sete do mez de agosto do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial d[e] [Nossa Senhora?] d[a] [Assunção?] de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo masculino — a quem dei o nome de Manuel que nasceu n'esta freguesia — as [sete?] horas da manhã — do dia quatorze — do mez de agosto — do anno de mil novecentos e dez, filho legitimo, primeiro do nome, de Francisco Gonçalves Nunes, trabalhador, e de Maria [Correia?] da [Conceição?], Domestica, naturaes e recebidos n'esta freguesia, da qual são parochianos e moradores no sitio d[o] [Barranco?] — neto paterno de [Francisco?] Gonçalves Nunes e de Maria [Ignacia?] — e materno de [Francisco?] [Correia?/Guilherme?] e de [Mariana?] da [Conceição?] — Foi padrinho [José?] da [Silva?], solteiro, trabalhador, e madricta [Felicidade?/Gertrudes?] da [Conceição?], casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assigna por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal