Baptismo de Joaquim, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Joaquim, [?] Tomé, [?] [?] Maria Isabel. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1910-08-06
- Criança
- Joaquim
- Sexo
- Masculino
- Nascimento
- 1908-01-15
- Hora
- 4:00 PM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio d[?] [?] da [?]
- Pai
- [?] Tomé, trabalhador, nat. Querença
- Mãe
- [?] [?] Maria Isabel, Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- Tomé Gonçalves
- Avó paterna
- Maria de Jesus
- Avô materno
- [?] [?] [?]
- Avó materna
- Maria Isabel
- Padrinho
- Manuel Sebastião, proprietario
- Madrinha
- [?] [?]
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
- Fólio
- 61
- Página
- 65
- Número
- 61
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Joaquim?
- Joaquim foi baptizado em 1910-08-06.
- Onde nasceu Joaquim?
- Joaquim nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Joaquim?
- Os pais registados foram [?] Tomé e [?] [?] Maria Isabel.
Transcrição
No dia seis do mez de agosto do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial d[a] [Nossa Senhora?] d[a] [Assunção?] de Querença, [por?] [?], concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo masculino — a quem dei o nome de Joaquim que nasceu n'esta freguesia — as quatro horas da tarde — do dia quinze — do mez de janeiro — do anno de mil novecentos e oito, filho legitimo, primeiro do nome, de [José?] Tomé, trabalhador, e de [?] [?] Maria Isabel, Domestica, naturaes e recebidos n'esta freguesia de Querença, da qual são parochianos e moradores no sitio d[o] [Arco?/Cerro?] d[a] [Furnazinha?/Farnazinha?] — neto paterno de Tomé Gonçalves e de Maria de Jesus — e materno de [Aleixo?] [Esteves?] [de Sousa?] e de Maria Isabel — Foi padrinho Manuel Sebastião, casado, proprietario, e madricta [Olívia?] [Thereza?], casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo assigna o padrinho por a madricta não saber escrever. Era ut supra. O Padrinho, Manuel Sebastião. O Parocho, José Pedro do Leal