Baptismo de José, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. José, Manuel Guerreiro [?], Albina da Paz. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1910-08-14
- Criança
- José
- Sexo
- Masculino
- Nascimento
- vinte do mez de [Janeiro?/Junho?] do anno de mil novecentos e dez
- Hora
- 4:00 AM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio da [?] [?]
- Pai
- Manuel Guerreiro [?], trabalhador, nat. São Bartolomeu de Messines, concelho de Silves
- Mãe
- Albina da Paz, Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- Manuel Guerreiro
- Avó paterna
- Alexandrina de Jesus
- Avô materno
- Francisco de [?] [?]
- Avó materna
- Anna da Conceição
- Padrinho
- José Guerreiro [?], [trabalhador?]
- Madrinha
- [?] [?] [?]
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
- Fólio
- 60v
- Página
- 64
- Número
- 60
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado José?
- José foi baptizado em 1910-08-14.
- Onde nasceu José?
- José nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de José?
- Os pais registados foram Manuel Guerreiro [?] e Albina da Paz.
Transcrição
No dia quatorze do mez de agosto do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de Santo Antonio de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo masculino a quem dei o nome de José que nasceu n'esta freguesia a quatro horas da manhã do dia vinte do mez de [Janeiro?/Junho?] do anno de mil novecentos e dez, filho legitimo, primeiro do nome, de Manuel Guerreiro [?], trabalhador, natural da paroquia de São Bartolomeu de Messines, concelho de Silves, d'esta diocese, e de Albina da Paz, Domestica, natural e recebida n'esta paroquia, da qual são parochianos e moradores no sitio da [Tôr?] [?] — neto paterno de Manuel Guerreiro e de Alexandrina de Jesus — e materno de Francisco de [Almeida?] [Borrego?] e de Anna da Conceição — Foi padrinho José Guerreiro [?], casado, [trabalhador?], e madricta [Maria?/Josefa?] [?] [Santos?/Sousa?], casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo assigna o padrinho por a madricta não saber escrever. Era ut supra. Padrinho, José Guerreiro [?]. O Parocho, José Pedro do Leal