Baptismo de José, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. José, Francisco Eira, [?] de Santos. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1910-08-13
- Criança
- José
- Sexo
- Masculino
- Nascimento
- 1910-03-06
- Hora
- 1:00 PM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- Monte das Figueiras de Baixo
- Pai
- Francisco Eira, trabalhador, nat. [Benafim?/Oliveira?], concelho de [Lagoa?/Lagos?]
- Mãe
- [?] de Santos, Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- José Eira
- Avó paterna
- Maria de Jesus
- Avô materno
- Francisco Lourenço
- Avó materna
- Maria de Sousa
- Padrinho
- José Marcelino, [soldado?]
- Madrinha
- Laura Costa
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
- Fólio
- 60
- Página
- 63
- Número
- 59
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado José?
- José foi baptizado em 1910-08-13.
- Onde nasceu José?
- José nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de José?
- Os pais registados foram Francisco Eira e [?] de Santos.
Transcrição
No dia treze do mez de agosto do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de Santo Antonio de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo masculino a quem dei o nome de José que nasceu n'esta freguesia a uma hora da tarde do dia seis do mez de março do anno de mil novecentos e dez, filho legitimo, primeiro do nome, de Francisco Eira, trabalhador, natural da [paroquia?/freguesia?] de [Benafim?/Oliveira?], concelho de [Lagoa?/Lagos?] [Olhos?] [d'Agua?], e de [Graça?] de Santos, Domestica, natural e recebida n'esta paroquia, moradores no sitio do Monte das Figueiras de Baixo, d'esta freguesia e paroquia de Querença — neto paterno de José Eira e de Maria de Jesus — e materno de Francisco Lourenço e de Maria de Sousa — Foi padrinho José Marcelino, solteiro, [soldado?], e madricta Laura Costa, solteira — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assigna por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal