Baptismo de Manuel, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Manuel, Manuel Correia, [?] dos [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1910-08-13
- Criança
- Manuel
- Sexo
- Masculino
- Nascimento
- quatorze do mez de abril do anno de mil novecentos e [nove?/dez?]
- Hora
- 9:00 PM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio da [?]
- Pai
- Manuel Correia, trabalhador, nat. Querença
- Mãe
- [?] dos [?], Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- Manuel Correia
- Avó paterna
- Francisca [?]
- Avô materno
- Francisco Luiz
- Avó materna
- Maria de Sousa
- Padrinho
- Manuel [?] de Sousa, trabalhador
- Madrinha
- [?] Thereza de Sousa [?]
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
- Fólio
- 59v
- Página
- 62
- Número
- 58
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Manuel?
- Manuel foi baptizado em 1910-08-13.
- Onde nasceu Manuel?
- Manuel nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Manuel?
- Os pais registados foram Manuel Correia e [?] dos [?].
Transcrição
No dia treze do mez de agosto do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de Santo Antonio de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo masculino a quem dei o nome de Manuel que nasceu n'esta freguesia a nove horas da noite do dia quatorze do mez de abril do anno de mil novecentos e [nove?/dez?], filho legitimo, primeiro do nome, de Manuel Correia, trabalhador, e de [Catarina?] dos [Santos?/Sousa?], Domestica, naturaes e recebidos n'esta paroquia, da qual são parochianos e moradores no sitio da [Olca?/Cerca?] — neto paterno de Manuel Correia e de Francisca [Charrua?] — e materno de Francisco Luiz e de Maria de Sousa — Foi padrinho Manuel [José?] de Sousa, solteiro, trabalhador, e madricta [Maria?] Thereza de Sousa [Brites?], solteira — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assigna por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal