Baptismo de Marcelina, Querença, [seis?/tres?] do mez de agosto do anno de mil novecentos e dez. Registo paroquial transcrito de Querença. Marcelina, José Miguel, [?] da [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- [seis?/tres?] do mez de agosto do anno de mil novecentos e dez
- Criança
- Marcelina
- Sexo
- Feminino
- Nascimento
- 1910-06-28
- Hora
- 11:00 PM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio da Almendreira
- Pai
- José Miguel, trabalhador, nat. Querença
- Mãe
- [?] da [?], Domestica, nat. Querença
- Avô paterno
- Manuel Miguel
- Avó paterna
- Antonia Rosa
- Avô materno
- Manuel [?]
- Avó materna
- Anna da Conceição
- Padrinho
- Francisco Miguel, trabalhador
- Madrinha
- Francisca [?]
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
- Fólio
- 59
- Página
- 61
- Número
- 57
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Marcelina?
- Marcelina foi baptizado em [seis?/tres?] do mez de agosto do anno de mil novecentos e dez.
- Onde nasceu Marcelina?
- Marcelina nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Marcelina?
- Os pais registados foram José Miguel e [?] da [?].
Transcrição
No dia [seis?/tres?] do mez de agosto do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de Santo Antonio de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo feminino a quem dei o nome de Marcelina que nasceu n'esta freguesia a onze horas da noite do dia vinte e oito do mez de junho do anno de mil novecentos e dez, filha legitima, primeira do nome, de José Miguel, trabalhador, e de [Elsa?/Esta?] da [Conceição?/Encarnação?], Domestica, naturaes e recebidos n'esta paroquia, da qual são parochianos e moradores no sitio da Almendreira — neta paterna de Manuel Miguel e de Antonia Rosa — e materna de Manuel [Custódio?/Eustácio?] e de Anna da Conceição — Foi padrinho Francisco Miguel, solteiro, trabalhador, e madricta Francisca [?], casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assigna por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal