Baptismo de Seraphina, Querença, 1910

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Seraphina, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Seraphina, Manuel d'Azevedo, Maria Marianna. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1910-08-03
Criança
Seraphina
Sexo
Feminino
Nascimento
1910-05-21
Hora
5:00 PM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
Aldeia de [?]
Pai
Manuel d'Azevedo, trabalhador, nat. Querença
Mãe
Maria Marianna, Domestica, nat. Querença
Avô paterno
Manuel Azevedo
Avó paterna
Innocencia do Espirito Santo
Avô materno
Manuel Guerreiro [?]
Avó materna
Marianna [?]
Padrinho
Manuel Viegas, proprietario
Madrinha
Maria [?]
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
Fólio
58
Página
59
Número
55

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Seraphina?
Seraphina foi baptizado em 1910-08-03.
Onde nasceu Seraphina?
Seraphina nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Seraphina?
Os pais registados foram Manuel d'Azevedo e Maria Marianna.

Transcrição

No dia tres do mez de agosto do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de Santo Antonio de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo feminino a quem dei o nome de Seraphina que nasceu n'esta freguesia a cinco horas da tarde do dia vinte e um do mez de maio do anno de mil novecentos e dez, filha legitima, primeira do nome, de Manuel d'Azevedo, trabalhador, e de Maria Marianna, Domestica, naturaes e recebidos n'esta freguesia, da qual são parochianos e moradores na Aldeia de [Tôr?] — neta paterna de Manuel Azevedo e de Innocencia do Espirito Santo — e materna de Manuel Guerreiro [Costa?] e de Marianna [Loia?/Boia?] — Foi padrinho Manuel Viegas, casado, proprietario, e madricta Maria [Lima?/Luna?], casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assigna por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal