Baptismo de Palmira, Querença, 1910

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Palmira, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Palmira, José Paulino Talhadas, Aloisa Isabel. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1910-05-14
Criança
Palmira
Sexo
Feminino
Nascimento
1910-02-26
Hora
2:00 AM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio do Pombal
Pai
José Paulino Talhadas, trabalhador, nat. Querença
Mãe
Aloisa Isabel, Domestica, nat. Querença
Avô paterno
Manuel Paulino
Avó paterna
[?] Guerreiro
Avô materno
Manuel do [?]
Avó materna
Isabel da Conceição
Padrinho
Joaquim dos Santos, trabalhador
Madrinha
Louisa Maria da Cruz
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
Fólio
55
Página
53
Número
49

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Palmira?
Palmira foi baptizado em 1910-05-14.
Onde nasceu Palmira?
Palmira nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Palmira?
Os pais registados foram José Paulino Talhadas e Aloisa Isabel.

Transcrição

No dia quatorze do mez de maio do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de Santo Antonio de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo feminino a quem dei o nome de Palmira que nasceu n'esta freguesia as duas horas da manhã do dia vinte e seis do mez de fevereiro do anno de mil novecentos e dez, filha legitima, primeira do nome, de José Paulino Talhadas, trabalhador, e de Aloisa Isabel, Domestica, naturaes e recebidos n'esta paroquia, da qual são parochianos e moradores no sitio do Pombal — neta paterna de Manuel Paulino e de [Maria?] Guerreiro — e materna de Manuel do [Obromo?] e de Isabel da Conceição — Foi padrinho Joaquim dos Santos, casado, trabalhador, e madricta Louisa Maria da Cruz, [solteira?/casada?] — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assigna por não saberem escrever. Declaro que collei no duplicado um sello da taxa de [cem?] reis que respeita ao instrumento entrelinhado. Era ut supra. O Parocho, José Pedro do Leal