Baptismo de Adelino, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Adelino, José Costa, [?] da Conceição. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1910-05-08
- Criança
- Adelino
- Sexo
- Masculino
- Nascimento
- 1910-02-26
- Hora
- 5:00 AM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- Almendeira
- Pai
- José Costa, proprietario, nat. Gorjões
- Mãe
- [?] da Conceição, Domestica, nat. São Braz de Alportel
- Avô paterno
- José Francisco Cortes
- Avó paterna
- Eista Maria
- Avô materno
- Silvestre Martins
- Avó materna
- Joaquina da Conceição Viegas
- Padrinho
- Francisco Guerreiro Costa, proprietario
- Madrinha
- Maria Francisca
- Pároco
- José Pedro do Leal
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
- Fólio
- 52
- Número
- 43
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Adelino?
- Adelino foi baptizado em 1910-05-08.
- Onde nasceu Adelino?
- Adelino nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Adelino?
- Os pais registados foram José Costa e [?] da Conceição.
Transcrição
No dia oito do mez de maio do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de Santo Antonio de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo masculino a quem dei o nome de Adelino que nasceu n'esta freguesia a cinco horas da manhã do dia vinte e seis do mez de fevereiro do anno de mil novecentos e dez, filho legitimo, primeiro do nome, de José Costa, proprietario, natural d[a] [paroquia?] de [Gorjões?/Porches?], e de [?] da Conceição, Domestica, natural [e recebida?] n[a] [paroquia?] de São Braz de Alportel, parochianos d'esta paroquia de Querença, [e] moradores [no sitio?] d[a] [Almendeira?] [?] [sendianella?] paroquia d[a] Conceição [Pataca?/Bataca?] [Gato?/Gata?] [d'esta?] diocese — neto paterno de José Francisco Cortes e de [Eista?/Esta?] Maria — e materno de Silvestre Martins e de Joaquina da Conceição Viegas — Foi padrinho Francisco Guerreiro Costa, casado, proprietario, e madricta Maria Francisca, casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo assigna o padrinho por a madricta não saber escrever. Declaro que [collei?] no duplicado um sello da taxa de [?] que respeita [ao?] instrumento [entre]linhado. Era ut supra.