Baptismo de Virginia, Querença, 1910

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Virginia, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Virginia, Diogo Barbosa, Maria da Encarnação. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.

Ver original no arquivo

Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1910-04-30
Criança
Virginia
Sexo
Feminino
Nascimento
1910-01-06
Hora
10:00 PM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio das Funduras
Pai
Diogo Barbosa, sapateiro, nat. São Clemente, concelho de Loulé
Mãe
Maria da Encarnação, Domestica, nat. Querença
Avô paterno
Francisco Barbosa
Avó paterna
Antonia da Conceição
Avô materno
[?] Ignacio de Oliveira
Avó materna
Thereza dos Santos
Padrinho
Joaquim Coelho, proprietario
Madrinha
Virginia Guerreiro
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
Fólio
50
Número
39

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Virginia?
Virginia foi baptizado em 1910-04-30.
Onde nasceu Virginia?
Virginia nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Virginia?
Os pais registados foram Diogo Barbosa e Maria da Encarnação.

Transcrição

No dia trinta do mez de abril do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de Santo Antonio de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo feminino a quem dei o nome de Virginia que nasceu n'esta freguesia a dez hora da noite do dia seis do mez de janeiro do anno de mil novecentos e dez, filha legitima, primeira do nome, de Diogo Barbosa, sapateiro, natural da paroquia de São Clemente, d'este concelho de Loulé, d'esta diocese, e de Maria da Encarnação, Domestica, natural e recebida n'esta paroquia de Querença, da qual são parochianos e moradores no sitio das Funduras — neta paterna de Francisco Barbosa e de Antonia da Conceição — e materna de [João?] Ignacio de Oliveira e de Thereza dos Santos — Foi padrinho Joaquim Coelho, casado, proprietario, e madricta Virginia Guerreiro, casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assigna por não saberem escrever. Era ut supra.