Baptismo de Alexandrina, Querença, 1910

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Alexandrina, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Alexandrina, Manuel da Ponte Talhadas Braz, [?] Maria Ramos. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.

Ver original no arquivo

Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1910-04-24
Criança
Alexandrina
Sexo
Feminino
Nascimento
1910-04-05
Hora
9:00 AM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio dos Esparteiros
Pai
Manuel da Ponte Talhadas Braz, nat. Querença
Mãe
[?] Maria Ramos, nat. Querença
Avô paterno
Manuel da Ponte
Avó paterna
Thereza Clemencia
Avô materno
Manuel Nunes
Avó materna
Thereza Anna
Padrinho
Francisco José da Ponte, [proprietario?/trabalhador?]
Madrinha
Gertrudes de Maria
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
Fólio
48v
Número
36

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Alexandrina?
Alexandrina foi baptizado em 1910-04-24.
Onde nasceu Alexandrina?
Alexandrina nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Alexandrina?
Os pais registados foram Manuel da Ponte Talhadas Braz e [?] Maria Ramos.

Transcrição

No dia vinte e quatro do mez de abril do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de Santo Antonio de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo feminino a quem dei o nome de Alexandrina que nasceu n'esta freguesia a nove hora da manhã do dia cinco do mez de abril do anno de mil novecentos e dez, filha legitima, primeira do nome, de Manuel da Ponte Talhadas Braz, e de [Antonia?/Justina?] Maria Ramos, naturaes e recebidos n'esta paroquia, da qual são parochianos e moradores no sitio dos Esparteiros — neta paterna de Manuel da Ponte e de Thereza Clemencia — e materna de Manuel Nunes e de Thereza Anna — Foi padrinho Francisco José da Ponte, solteiro, [proprietario?/trabalhador?], e madricta Gertrudes de Maria, solteira — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assigna por não saberem escrever. Era ut supra.