Baptismo de Palmira, Querença, 1910

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Palmira, Querença, 1910. Registo paroquial transcrito de Querença. Palmira, Francisco Coelho Teixeira, Maria Francisca. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1910-04-04
Criança
Palmira
Sexo
Feminino
Nascimento
1910-01-13
Hora
4:00 PM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio da Patela
Pai
Francisco Coelho Teixeira, sapateiro, nat. Querença
Mãe
Maria Francisca, Domestica, nat. Querença
Avô paterno
José Coelho Teixeira
Avó paterna
Maria Francisca
Avô materno
Antonio José Dias
Avó materna
Maria Francisca
Padrinho
Manuel Guerreiro Calha, sapateiro
Madrinha
Maria [?]
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
Fólio
46
Número
31

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Palmira?
Palmira foi baptizado em 1910-04-04.
Onde nasceu Palmira?
Palmira nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Palmira?
Os pais registados foram Francisco Coelho Teixeira e Maria Francisca.

Transcrição

No dia quatro do mez de abril do anno de mil novecentos e dez, n'esta Egreja parochial de Santo Antonio de Querença, concelho de Loulé, diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo feminino a quem dei o nome de Palmira que nasceu n'esta freguesia a quatro horas da tarde do dia treze do mez de janeiro do anno de mil novecentos e dez, filha legitima e primeira do nome, de Francisco Coelho Teixeira, sapateiro, e de Maria Francisca, Domestica, naturaes e recebidos n'esta paroquia, da qual são parochianos e moradores no sitio da Patela — neta paterna de José Coelho Teixeira e de Maria Francisca — e materna de Antonio José Dias e de Maria Francisca — Foi padrinho Manuel Guerreiro Calha, casado, sapateiro, e madricta Maria [Leite?/Rita?], casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo assigna o padrinho por a madricta não saber escrever. Era ut supra.