Baptismo de Maria, Querença, 1911

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Maria, Querença, 1911. Registo paroquial transcrito de Querença. Maria, Manuel A. Dionísio, Maria Josefa. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1911-01-31
Criança
Maria
Sexo
Feminino
Nascimento
1910-12-28
Hora
3:00 PM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio dos Barros [?]
Pai
Manuel A. Dionísio, trabalhador, nat. Querença
Mãe
Maria Josefa, Domestica, nat. Querença
Avô paterno
Marcos Dionísio
Avó paterna
Letícia Guerreiro
Avô materno
José Guerreiro Feliz
Avó materna
Maria Jacinta
Padrinho
Manuel Cypriano Rodrigues, proprietario
Madrinha
Maria Joaquina
Pároco
José Pedro do Leal
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0056
Fólio
81v
Página
106
Número
101

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Maria?
Maria foi baptizado em 1911-01-31.
Onde nasceu Maria?
Maria nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Maria?
Os pais registados foram Manuel A. Dionísio e Maria Josefa.

Transcrição

No dia trinta e um do mez de Janeiro do anno de mil novecentos e onze, n'esta egreja parochial de Nossa Senhora da Assumpção de Querença, Concelho de Loulé, Diocese do Algarve — baptisei solennemente — um individuo do sexo feminino — a quem dei o nome de Maria — que nasceu n'esta freguesia — as tres horas da tarde — do dia vinte e oito — do mez de Dezembro — do anno de mil novecentos e dez, filha legitima, primeira do nome, de Manuel A. [?] Dionísio [?], trabalhador, natural d'esta freguesia, e de Maria Josefa [?], Domestica, natural e recebida n'esta freguesia, parochianos da freguesia de Querença, moradores no sitio dos Barros [?] — neta paterna de Marcos Dionísio [?] e de Letícia [?] Guerreiro — e materna de José Guerreiro Feliz e de Maria Jacinta [?] — Foi padrinho Manuel Cypriano [?] Rodrigues [?], casado, proprietario, e madrinha Maria Joaquina, casada — os quaes todos sei serem os proprios. E, para constar, se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo não o assignam por não saberem escrever. Era ut supra. O Parocho José Pedro do Leal