Baptismo de Manoel, Querença, 1888

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Manoel, Querença, 1888. Registo paroquial transcrito de Querença. Manoel, Manoel Montinho [?], Maria Sylveira [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0034.

Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1888-04-29
Criança
Manoel
Sexo
Masculino
Nascimento
1888-04-20
Hora
6:00 da tarde
Naturalidade
freguesia de Querença
Residência
sitio de Andryas [?], Querença
Pai
Manoel Montinho [?], jornaleiro, nat. Loulé
Mãe
Maria Sylveira [?], nat. Querença
Avô paterno
Miguel Montinho [?], nat. Loulé
Avó paterna
Anna do Nascimento, nat. Loulé
Avó materna
Joaquinha [?] Maria, nat. Querença
Padrinho
José da Silva, proprietario, nat. Punchãs, Querença
Pároco
Francisco Antonio de Aragão
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0034
Página
23
Número
32

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Manoel?
Manoel foi baptizado em 1888-04-29.
Onde nasceu Manoel?
Manoel nasceu em freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Manoel?
Os pais registados foram Manoel Montinho [?] e Maria Sylveira [?].

Transcrição

Nº 32. Aos vinte e nove dias do mez d'Abril do anno de mil, oitocentos, e oitenta e oito, n'esta Egreja Parochial de Querença, Concelho de Loulé, Diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo de sexo masculino, a quem dei o nome de Manoel, que nasceu n'esta freguesia ás seis horas da tarde do dia vinte do corrente mez, e anno, Manoel filho legitimo, primeiro do nome de Manoel Montinho [?], jornaleiro, natural da freguesia de Loulé, Maria Sylveira [?] empregada no governo de sua casa natural d'esta freguesia, n'ella recebidos, moradores, no sitio de Andryas [?] da mesma, neto paterno de Miguel Montinho [?] e Anna do Nascimento, natural, da freguesia de Loulé, materna de Joaquinha ou Rufinia [?] Maria, natural, desta freguesia. Foi padrinho José da Silva, do ten casa leira [?] de Nossa Senhora. Manoel Antonio Rodrigues, proprietarios, casados, moradores, no sitio das Punchãs, desta freguesia: os quaes sei serem os proprios. Para constar lavrei em duplicado o presente assento, que depois de lido, confir perante os padrinhos, eu imme-te o assignei por elles não saberem escrever. Era ut supra. O Prior Francisco Antonio de Rosas [?]