Baptismo de Bertuda [?], Querença, 1887. Registo paroquial transcrito de Querença. Bertuda [?], Antonio do Couto [?], Maria Antonio [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0033.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1887-11-29
- Criança
- Bertuda [?]
- Sexo
- Feminino
- Nascimento
- 1887-11-18
- Hora
- 2:00 AM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio de Amendoeira
- Pai
- Antonio do Couto [?], proprietario, nat. São Brás de Alportel [?]
- Mãe
- Maria Antonio [?], empregada no governo de sua caza, nat. Querença
- Avô paterno
- José da Costa [?] Portella, nat. São Brás [?]
- Avó paterna
- Joaquina Emezos [?], nat. Santa Barbara de N. [?]
- Avô materno
- Antonio Madeira, nat. São Brás
- Avó materna
- Antonia da Conceição, nat. Querença [?]
- Padrinho
- José Antonio Madeira, lavrador
- Pároco
- Francisco Antonio de Moura [?]
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0033
- Número
- 68
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Bertuda [?]?
- Bertuda [?] foi baptizado em 1887-11-29.
- Onde nasceu Bertuda [?]?
- Bertuda [?] nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Bertuda [?]?
- Os pais registados foram Antonio do Couto [?] e Maria Antonio [?].
Transcrição
N.º 68 Aos vinte e nove dias do mez de Novembro do anno de mil e oitocentos e oitenta e sete, n'esta Egreja Parochial de Nossa Senhora da Assunção de Querença, Concelho de Loulé, Diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo do sexo feminino, a quem dei o nome de Bertuda [?], que nasceu n'esta freguesia ás duas horas da noite do dia dezoito [?] do dito mez; e anno — filha legitima, primeira do nome d'Antonio do Couto [?], proprietario, natural da freguesia de N. [?] Bras [?] d'Alportel [?], e Maria Antonio [?], empregada no governo de sua caza, natural d'esta freguesia, n'ella recebidos [?], moradores no sitio de Amendoeira da mesma — neta paterna de José da Costa [?] Portella, natural da freguesia de N. Bras [?], e Joaquina Emezos [?], natural da freguesia de Santa Barbara de N. [?] [?], materna de Antonio Madeira, natural da freguesia de N. Bras, e Antonia da Conceição, natural d'esta [?] freguesia — padrinhos, José Antonio Madeira, lavrador [?], como [?] e sua [?] mulher [?] Manoel Antonio Madeira, solteiro, vivendo em caza de seus pai; moradores no sitio [?] d'Amendoeira — os quaes sei serem os proprios — E para contar lavrei em duplicado e p[resen]te este assento, que depois de ser lido [?], conferid [?] perante o primeiro, amigos [?] assignei jurou [?] — Era ut supra — Padrinho José e Delano [?] e Ricardo [?] na Toca em [?] Cruz [?] — Manoel Antonio Madeira O Prior Francisco Antonio de Moura [?]