Baptismo de Manoel, Querença, 1887. Registo paroquial transcrito de Querença. Manoel, Francisco Costa, Antonia Rita. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0033.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1887-08-17
- Criança
- Manoel
- Sexo
- Masculino
- Nascimento
- 1887-08-09
- Hora
- 2:00 PM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Residência
- sitio d'Amendoeira
- Pai
- Francisco Costa, lavrador, nat. Loulé
- Mãe
- Antonia Rita, empregada no governo de sua coza, nat. Querença
- Avô paterno
- José Costa, nat. S. Braz d'Alportel [?]
- Avó paterna
- Maria Francisca, nat. Loulé
- Avô materno
- Antonio Guerreiro, nat. Querença
- Avó materna
- Anna Rita, nat. Loulé
- Padrinho
- Manoel Francisco
- Madrinha
- Maria de sua [?]
- Pároco
- Francisco Antonio d'Aragão
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0033
- Número
- 43
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Manoel?
- Manoel foi baptizado em 1887-08-17.
- Onde nasceu Manoel?
- Manoel nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Manoel?
- Os pais registados foram Francisco Costa e Antonia Rita.
Transcrição
N.º 43 Aos dezasete dias do mez d'Agosto do anno de mil oitocentos, e oitenta, e sete, n'esta Egreja Parochial de Nossa Senhora d'Assumpção de Querença, Concelho de Loulé, Diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo do sexo masculino, a quem dei o nome de Manoel, que nasceu n'esta freguesia ás duas horas, da tarde do dia nove do corrente mez, e anno, filh[o] legitimo, e primeiro do nome de Francisco Costa, Lavrador, natural da freguesia de Loulé, e Antonia Rita, empregada no governo de sua coza, natural d'esta freguesia, n'ella recebidos, moradores no sitio d'Amendoeira da mesma, neto paterno de José Costa, natural da freguesia de Loulé, digo, de S. Braz d'Alportel [?], e Maria Francisca, natural da freguesia de Loulé, e materno de Antonio Guerreiro, natural d'esta freguesia, e Anna Rita, natural da freguesia de Loulé. Forão padrinhos, Manoel Francisco, solteiro, e Maria de sua solteira, vivente em caza de seus pai, e moradores no referido sitio d'Amendoeira: os quaes sei serem os proprios. Para constar lavrei em duplicado o presente assento, que depois de ser lido, assinei perante os padrinhos, eu somente o assignei por elles não saberem escrever. Era ut supra. O Prior Francisco Antonio d'Aragão