Baptismo de Maria, Querença, 1886

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Maria, Querença, 1886. Registo paroquial transcrito de Querença. Maria, José Guerreiro, Ignacia da Conceição. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0032.

Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1886-11-09
Criança
Maria
Sexo
Feminino
Nascimento
1886-11-01
Hora
5:00 AM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio d'Altura
Pai
José Guerreiro, trabalhador, nat. Querença
Mãe
Ignacia da Conceição, empregada no governo de sua casa, nat. Loulé
Avô paterno
Manoel Guerreiro, nat. Querença
Avó paterna
Margarida do Carmo, nat. Querença
Avó materna
Maria dos Candeias [?], nat. Loulé
Padrinho
José Mendes Mathias [?]
Madrinha
Maria Felicidade
Pároco
Francisco Antonio d'Aragão
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0032
Fólio
22
Número
63

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Maria?
Maria foi baptizado em 1886-11-09.
Onde nasceu Maria?
Maria nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Maria?
Os pais registados foram José Guerreiro e Ignacia da Conceição.

Transcrição

N.º 63 Aos nove dias do mez de Novembro do anno de mil, oitocentos, e oitenta e seis, n'esta Egreja Parochial de Nossa Senhora d'Assumpção de Querença, Concelho de Loulé, Diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo do sexo feminino a quem dei o nome de Maria, que nasceu n'esta freguesia ás cinco horas do dia primeiro do corrente mez, filha legitima, primeira [?] do nome, de José Guerreiro, trabalhador, natural d'esta freguesia, e Ignacia da Conceição, empregada no governo de sua casa, natural da freguesia de Loulé, na mesma recebidos [?], moradores no sitio d'Altura d'esta freguesia de Querença, neta paterna de Manoel Guerreiro, e Margarida do Carmo, naturaes d'esta freguesia, e materna de avó incognito, e Maria dos Candeias [?], natural da freguesia de Loulé. Forão padrinhos José Mendes Mathias [?], e Maria Felicidade, solteiros, vivendo em casa de seus pais, moradores no sitio d'Altura d'esta freguesia: os quaes sei serem os proprios. E para constar lavrei em duplicado o presente assento, que depois de ser lido e confido perante os padrinhos, eu somente o assignei por elles não saberem escrever. Era ut supra. O Prior Francisco Antonio d'Aragão