Baptismo de Antonia, Querença, 1886

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Antonia, Querença, 1886. Registo paroquial transcrito de Querença. Antonia, José de Sousa, Gertrudes [?] Melra [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0032.

Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1886-08-18
Criança
Antonia
Sexo
Feminino
Nascimento
1886-08-01
Hora
9:00 AM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio do Monte do Barrocal [?]
Pai
José de Sousa, trabalhador, nat. Querença
Mãe
Gertrudes [?] Melra [?], empregada no governo de sua casa, nat. Querença
Avô paterno
Manoel Antonio [?], nat. Querença
Avó paterna
Maria Catherina
Avô materno
José Diogo [?]
Avó materna
Maria Melra, nat. Felix [?]
Padrinho
Manoel dos Santos
Madrinha
Maria Melra [?], empregada no governo de sua casa
Pároco
Francisco Antonio de Aragão
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0032
Fólio
14v
Número
40

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Antonia?
Antonia foi baptizado em 1886-08-18.
Onde nasceu Antonia?
Antonia nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Antonia?
Os pais registados foram José de Sousa e Gertrudes [?] Melra [?].

Transcrição

N.º 40 — Aos dezoito [?] dias do mez d'Agosto do anno de mil oitocentos e oitenta e seis, n'esta Egreja Parochial de Nossa Senhora da Assumpção de Querença, Concelho de Loulé, Diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo do sexo feminino, a quem dei o nome de Antonia, que nasceu n'esta freguesia ás nove horas do dia primeiro do corrente mez e anno, filha [?] legitima, segunda do nome, de José de Sousa, trabalhador, e de Gertrudes [?] Melra [?], empregada no governo de sua casa, naturaes e n'ella recebidos, moradores no sitio do Monte do Barrocal [?] — neta paterna de Manoel Antonio [?], natural d'esta freguesia, e Maria Catherina, natural da [?], e materna de José Diogo [?], e Maria Melra, natural da freguesia de Felix [?]. Foi padrinho Manoel dos Santos, solteiro, vivendo em casa de seus pais, no sitio dos Andrés [?], e Maria Melra [?], empregada no governo de sua casa, e moradora na Aldeia da Tor [?] d'esta freguesia, os quaes se disseram proprios. Para constar lavrei em duplicado este assento que depois de lido, conferi, perante as testemunhas, eu somente o assignei por elles não saberem escrever. Era ut supra. O Prior Francisco Antonio de Aragão