Baptismo de Maria, Querença, 1886

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Maria, Querença, 1886. Registo paroquial transcrito de Querença. Maria, Antonio Ignacio Matheus, Rita Eufemia [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0032.

Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1886-07
Criança
Maria
Sexo
Feminino
Nascimento
1886-07-19
Hora
5:00 AM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
sitio das Punchaz [?]
Pai
Antonio Ignacio Matheus, nat. Querença
Mãe
Rita Eufemia [?], empregada no governo de sua casa, nat. Querença
Avô paterno
Ignacio Matheus, nat. Querença
Avô materno
Joaquim Viegas [?], nat. Querença
Avó materna
Eufemia Maria, nat. Querença
Padrinho
Manoel Joaquim Viegas [?]
Madrinha
Maria Joaquina
Pároco
Francisco Antonio de Aragão
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0032
Fólio
13v
Número
38

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Maria?
Maria foi baptizado em 1886-07.
Onde nasceu Maria?
Maria nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de Maria?
Os pais registados foram Antonio Ignacio Matheus e Rita Eufemia [?].

Transcrição

N.º 38 [?] Aos [?] dias do mez de Julho do anno de mil, oitocentos, e oitenta e seis, n'esta Egreja Parochial de Nossa Senhora da Assumpção de Querença, Concelho de Loulé, Diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo do sexo feminino, a quem dei o nome de Maria, que nasceu n'esta freguesia ás cinco horas do dia dezenove [?] do corrente mez, e anno; filha legitima, segunda do nome, de Antonio Ignacio Matheus, e Rita Eufemia [?], empregada no governo de sua casa, naturaes d'esta freguesia, e n'ella recebidos, moradores no sitio das Punchaz [?] da mesma; neta paterna d'Ignacio Matheus, e [?] Maria, naturaes d'esta freguesia, e materna de Joaquim Viegas [?], e Eufemia Maria, naturaes d'esta freguesia. Forão padrinhos Manoel Joaquim Viegas [?], morador no sitio da Nave de Barrão [?], e Maria Joaquina, solteira, vivendo em casa de seus pais, moradora no sitio de Punchaz [?]; os quaes se disseram proprios. Para constar lavrei em duplicado o presente assento, que depois de ser lido e conferi perante os padrinhos, eu somente o assignei por elles não saberem escrever. Era ut supra. O Prior Francisco Antonio de Aragão