Baptismo de Maria, Querença, 1886. Registo paroquial transcrito de Querença. Maria, Manoel de Sousa Cruz, Francisca Martins. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0032.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1886-04-14
- Criança
- Maria
- Sexo
- Feminino
- Nascimento
- 1886-04-03
- Hora
- 10:00 PM
- Naturalidade
- Freguesia de Querença
- Pai
- Manoel de Sousa Cruz, lavrador, nat. Querença
- Mãe
- Francisca Martins, empregada no ganho [?], nat. Salir
- Avô paterno
- Manoel de Sousa, nat. Salir
- Avô materno
- Francisco Martins, nat. Salir
- Avó materna
- Catharina [?] Maria, nat. Salir
- Padrinho
- Francisco Guerreiro
- Madrinha
- Maria Cruz
- Pároco
- Francisco Antonio d'Aragão
- Freguesia
- Querença
- Concelho
- Loulé
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0032
- Fólio
- 7v
- Número
- 20
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Maria?
- Maria foi baptizado em 1886-04-14.
- Onde nasceu Maria?
- Maria nasceu em Freguesia de Querença.
- Quem foram os pais de Maria?
- Os pais registados foram Manoel de Sousa Cruz e Francisca Martins.
Transcrição
N.º 20 Aos [qua]torze dias, do mez d'Abril do anno de mil, oitocentos, e oitenta e seis, n'esta Egreja Parochial de Nossa Senhora d'Assumpção de Querença, Concelho de Loulé, Diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo do sexo feminino, a quem dei o nome de Maria, que nasceu n'esta freguesia ás dez horas da noite do dia trez do corrente mez, e anno; e é filha legitima, primeira do nome, de Manoel de Sousa Cruz, lavrador, e Francisca Martins, empregada no ganho [?], natural da freguesia de Salir, e n'ella recebidos, moradores no sitio [?] d'esta freguesia de Querença, neta paterna de Manoel de Sousa, natural da freguesia de Salir, e [?] de Sousa Cruz [?], na[tural d'es]ta freguesia, e maternos de Francisco Martins e Catharina [?] Maria, naturaes d'esta freguesia de Salir. Forão padrinhos Francisco Guerreiro e Maria Cruz, solteiros, vivendo em casa [de] [seu] [?], e moradores no referido sitio de [?], os quaes se reconhe[ceram] [?]. E para constar lavrei em duplicado o presente assento, [que] depois de ser lido, confir[ei] perante os padrinhos eu somente [o] assignei por elles não saberem escrever. Era ut supra. O Prior Francisco Antonio d'Aragão