Baptismo de Joaquim, Querença, 1885

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Joaquim, Querença, 1885. Registo paroquial transcrito de Querença. Joaquim, Manoel Charîz [?], Henra [?] Plumencio. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0031.

Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1885-10-01
Criança
Joaquim
Sexo
Masculino
Nascimento
1885-09-23
Hora
meia noite
Naturalidade
Querença
Residência
Ferro da Corte
Pai
Manoel Charîz [?], lavrador, nat. Querença
Mãe
Henra [?] Plumencio, empregada no governo da sua casa, nat. Querença
Avô paterno
Manoel Pontes, nat. Querença
Avó paterna
Mariamno [?] dos Santos, nat. Querença
Avô materno
Miguel Laurenço, nat. Valix [?]
Avó materna
Maria Plumencio, nat. Querença
Padrinho
José Pontes
Pároco
Francisco Antonio d'Aragão
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0031
Página
19
Número
49

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Joaquim?
Joaquim foi baptizado em 1885-10-01.
Onde nasceu Joaquim?
Joaquim nasceu em Querença.
Quem foram os pais de Joaquim?
Os pais registados foram Manoel Charîz [?] e Henra [?] Plumencio.

Transcrição

No primeiro dia do mez d'Outubro do anno de mil oitocentos e oitenta e cinco, n'esta Igreja Parochial de Nossa Senhora d'Assumpção de Querença, Concelho de Loulé, Diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo do sexo masculino, a quem dei o nome de Joaquim, que nasceu n'esta freguesia à meia noite do dia vinte e três d'Outubro proximo passado, filho legitimo, e primeiro do nome de Manoel Charîz, lavrador, e de Henra Plumencio, empregada no governo d'sua casa, naturaes d'esta freguesia, n'ella nacidos, moradores no sitio do Ferro da Corte; da mesma, neto paterno de Manoel Pontes, e Mariamno dos Santos, naturaes d'esta freguesia, e materno de Miguel Laurenço, natural da freguesia de Valix, e Maria Plumencio, natural d'esta freguesia. Forão padrinhos: José Pontes, Altida dos Santos, solteiro, vivendo em casa de seus pais, e moradores no referido sitio do Ferro da Corte; os quaes se virem os proprios. E para constar lavrei em duplicado o presente assento, que depois de ser lido, confirmado perante os padrinhos, se somente o assigáram por elles não saberem escrever. Era ut supra. O Prior Francisco Antonio d'Aragão