Baptismo de Maria, Querença, 1885

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Maria, Querença, 1885. Registo paroquial transcrito de Querença. Maria, Manoel Coelho, Maria Ignacia. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0031.

Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1885-07-20
Criança
Maria
Sexo
Feminino
Nascimento
1885-07-10
Hora
onze horas
Naturalidade
Querença
Residência
Punchias [?]
Pai
Manoel Coelho, lavrador, nat. Querença
Mãe
Maria Ignacia, empregada no governo de sua casa, nat. Querença
Avô paterno
Francisco Coelho, nat. Querença
Avó paterna
Riorra [?] de Jesus, nat. Alte
Avô materno
Ignacio Matheus, nat. Querença
Avó materna
Ignacia Maria, nat. Querença
Padrinho
José da Peloa [?], lavrador
Madrinha
Maria Joaquina
Pároco
Francisco Antonio d'Aragão
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0031
Página
16
Número
40

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Maria?
Maria foi baptizado em 1885-07-20.
Onde nasceu Maria?
Maria nasceu em Querença.
Quem foram os pais de Maria?
Os pais registados foram Manoel Coelho e Maria Ignacia.

Transcrição

Aos vinte dias do mez de julho do anno de mil oitocentos e oitenta e cinco, n'esta Egreja Parochial de Nossa Senhora da Assumpção de Querença, Concelho de Loulé, Diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo do sexo feminino — a quem dei o nome de Maria, que nasceu n'esta freguesia ás onze horas do dia deze de corrente mez, e anno — filha legitima, terceira do nome de Manoel Coelho, lavrador, e Maria Ignacia, empregada no governo de sua casa, naturaes d'esta freguesia, n'ella recebidos, moradores no sitio das Punchias [?], da mesma; neta paterna de Francisco Coelho, natural d'esta freguesia, Riorra [?] de Jesus, natural da freguesia d'Alte, e materna d'Ignacio Matheus, e Ignacia Maria, naturaes d'esta freguesia. Foram padrinhos José da Peloa [?], casado, lavrador, e Maria Joaquina, solteira, vivendo em casa de seus pais, e moradores no referido sitio de Punchias [?]; os quaes se nomeam os proprios. Para constar lavrei em duplicado o presente assento, que depois de ser lido, e conferir perante os padrinhos, eu somente o assignei por elles não saberem escrever. Era ut supra. O Prior Francisco Antonio de Aragão