Baptismo de Antonio, Querença, 1885

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Antonio, Querença, 1885. Registo paroquial transcrito de Querença. Antonio, Manoel Virgilio [?], Maria Nóra. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0031.

Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1885-02-09
Criança
Antonio
Sexo
Masculino
Nascimento
1885-01-26
Hora
dez horas da noite
Naturalidade
Querença
Residência
Ameixeira [?]
Pai
Manoel Virgilio [?], lavrador, nat. Querença
Mãe
Maria Nóra, Domestica, nat. Querença
Avô paterno
Emydio da Costa, nat. Querença
Avó paterna
Maria Ignacia, nat. Querença
Avô materno
João Francisco de Souza, nat. São Braz d'Alportel
Avó materna
Maria Nóra, nat. Querença
Padrinho
João de Souza
Madrinha
Antonio Nóra [?]
Pároco
Francisco Antonio de Aragão
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0031
Página
4
Número
4

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Antonio?
Antonio foi baptizado em 1885-02-09.
Onde nasceu Antonio?
Antonio nasceu em Querença.
Quem foram os pais de Antonio?
Os pais registados foram Manoel Virgilio [?] e Maria Nóra.

Transcrição

N.º 4 Aos nove dias do mez de Fevereiro do anno de mil, oitocentos, e oitenta e cinco, n'esta Egreja Parochial de Nossa Senhora d'Assumpção de Querença, Concelho de Loulé, Diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo do sexo feminino [?], a quem dei o nome de Antonio, que nasceu n'esta freguesia as dez horas da noite do dia vinte e seis de Janeiro proximo passado, filho legitimo, primeiro do nome, de Manoel Virgilio [?], lavrador, e Maria Nóra, empregada no governo de sua casa, naturaes d'esta freguesia, n'ella recebidos, moradores no sitio de Ameixeira [?] da mesma, neto paterno de Emydio da Costa e Maria Ignacia, naturaes d'esta freguesia, e materno de João Francisco de Souza, natural da freguesia de São Braz d'Alportel, e Maria Nóra, naturaes d'esta [?] freguesia. Forão padrinhos João de Souza e Antonio Nóra, solteiros, vivendo em casa de seus pais, moradores no sitio de Benindeiro [?] d'esta freguesia, os quaes vi serem os proprios. Para constar lavrei em duplicado o presente assento, que depois de ser lido, conferi perante o padrinho, eu o assignei com o padrinho sómente por a madricta não saber escrever. Era ut supra. Padrinho — João de Souza. O Prior Francisco Antonio de Aragão