Baptismo de José, Querença, 1884

Registo paroquial transcrito

Baptismo de José, Querença, 1884. Registo paroquial transcrito de Querença. José, Bainicio [?] José, Deolinda [?] Guerreiro. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0030.

Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1884-08-22
Criança
José
Sexo
Masculino
Nascimento
1884-08-13
Hora
8:00 AM
Naturalidade
Freguesia de Querença
Residência
Ramina
Pai
Bainicio [?] José, trabalhador, nat. Alté
Mãe
Deolinda [?] Guerreiro, empregada no governo de sua casa, nat. Salir
Avô paterno
José Francisco, nat. Alté
Avó paterna
Maria, nat. Querença
Avô materno
Joaquim José, nat. Salir [?]
Avó materna
Francesca [?] Guerreira [?], nat. Salir
Padrinho
Manoel Antonio Guerreiro, proprietario
Madrinha
Maria Guerreiro [?], empregada no governo de sua casa
Pároco
Francisco Antonio de Aragão
Freguesia
Querença
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/001/0030
Fólio
17
Número
46

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado José?
José foi baptizado em 1884-08-22.
Onde nasceu José?
José nasceu em Freguesia de Querença.
Quem foram os pais de José?
Os pais registados foram Bainicio [?] José e Deolinda [?] Guerreiro.

Transcrição

N.º 46 — No vinte e dois dias do mez d'Agosto do anno de mil oitocentos e oitenta e quatro, n'esta Egreja Parochial de Nossa Senhora da Assumpção de Querença, Concelho de Loulé, Diocese do Algarve, baptisei solennemente — um individuo do sexo masculino, a quem dei o nome de José, que nasceu n'esta freguesia — as oito horas do dia treze do corrente mez, e anno — filho legitimo, primeiro do nome, de Bainicio [?] José, trabalhador, natural da freguesia d'Alté, e Deolinda [?] Guerreiro, empregada no governo de sua casa, natural da freguesia de Salir, e ambos na [?] idade, moradores no sitio da Ramina d'esta freguesia de Querença, neto paterno de José Francisco, natural da freguesia d'Alté, e de [?] Maria, natural d'esta freguesia, e materno de Joaquim José, natural da freguesia de Saúl [?], Francesca [?] Guerreira [?], natural da freguesia de Salir. Forão padrinhos Manuel e Antonio Guerreiro, proprietario, e Maria Guerreiro [?], empregada no governo de sua casa, casados, e moradores no sitio da Moz das Moitas [?], freguesia de Salir, aquem eu ermini [?] proprios, para constar lavrei em duplicado o presente assento, que depois de ser lido e conferir, perante o padrinho, eu ministro o asignei com o padrinho, por a madrinha não saber escrever. Era ut supra. Padrinho e Manoel Antonio Guerreiro O Prior Francisco Antonio d'Aragão