Baptismo de Francisco, São Brás de Alportel, 1901

Registo paroquial transcrito

Baptismo de Francisco, São Brás de Alportel, 1901. Registo paroquial transcrito de São Brás de Alportel. Francisco, Manoel [?] [?], [?] de [?]. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/SBA01/001/00061.

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Dados do registo

Tipo
Baptismo
Baptismo
1901-05-30
Criança
Francisco
Sexo
Masculino
Nascimento
1901-05-28
Hora
[?] AM (manhã)
Pai
Manoel [?] [?], jornaleiro
Mãe
[?] de [?], doméstica
Avô paterno
Francisco Viegas
Avó paterna
[?] da Conceição
Avô materno
Manoel [?] [?]
Avó materna
[?] de [?]
Padrinho
José [?], proprietário
Freguesia
São Brás de Alportel
Concelho
São Brás de Alportel
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/SBA01/001/00061
Página
79
Número
193

Perguntas deste registo

Quando foi baptizado Francisco?
Francisco foi baptizado em 1901-05-30.
Quem foram os pais de Francisco?
Os pais registados foram Manoel [?] [?] e [?] de [?].

Transcrição

N.º 193 — Aos trinta dias do mez de maio do anno de mil e nove centos e um, n'esta Sagrada Egreja parochial de São Braz d'Alportel, Concelho de Faro, diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo do sexo masculino a quem dei o nome de Francisco, que nasceu n'esta [freguesia?] pelas [duas?] horas da manhã do dia vinte [e?] oito do corrente mez, primeiro do nome, filho legitimo de Manoel [Lob?/Lub?] [Dias?], jornaleiro, e de [Joaquina?/Franquita?] de [Sousa?/Lousa?], d'occupação domestica, naturaes, recebidos e parochianos d'esta freguesia, moradores no sitio da [Areja?/Aveia?], neto paterno de Francisco Viegas e de [Joie?/José?] da Conceição, e materno de Manoel [Bjeima?/Rjeima?] [Dohnalde?/Dolaide?] e de [Maria?/Ali?] de [Sousa?/Lousa?]. Foram padrinhos que sei serem os proprios José [Pedro?/Poder?], solteiro, tocou com a insignia de [Nossa?] [Senhora?] João [Luis?/Lois?], [ambos?] proprietarios, parochianos d'esta freguesia. E para constar se lavrou em duplicado este assento que depois de ser lido e conferido perante os padrinhos e a pessoa que serviu de madrinha, so comigo assignou o padrinho, por [este?] não saber escrever. Era ut supra. Este assento não leva sello por serem pobres. Padrinho — [?] [João?/José?] ...solennemente um individuo do sexo masculino a quem dei o nome de Antonio, que nasceu n'esta freguesia pelas cinco horas da manhã do dia de [oito?] do corrente mez, primeiro do nome, filho legitimo de Antonio José, jornaleiro, natural da freguesia do [Amendoal?/Amandoal?], Concelho de [Loulé?], e de Maria de [Sousa?/Lousa?], d'occupação domestica, natural [da?] [?] de São [Braz?] e [nisto?] recebidos e parochianos, moradores no sitio de [Alheirque?/Alheique?], neto paterno de José Martins [da?] [?] e de [Angelina?/Agostina?] [Alfreja?/Moreira?], e materno de [Manoel?] [José?] e de Ignacia de [Sousa?/Lousa?]. Foram padrinhos que sei serem os proprios José de [Sousa?/Lousa?] [Gonçalves?/Gracias?], proprietario, e sua mulher [Maria?/Thereza?] da Conceição, d'occupação domestica, parochianos d'esta freguesia. E para constar se lavrou em duplicado este assento que depois de ser lido e conferido perante os padrinhos eu so assignei por não saberem escrever. Era ut supra. Este assento não leva sello por serem pobres.