Baptismo de Virgilio, São Brás de Alportel, 1901. Registo paroquial transcrito de São Brás de Alportel. Virgilio, [?] Ventura, jornaleiro, natural de São Brás, Rosa de Jesus [?], doméstica, natural de São Clemente de Loulé. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/SBA01/001/00061.
Dados do registo
- Tipo
- Baptismo
- Baptismo
- 1901-05-28
- Criança
- Virgilio
- Sexo
- Masculino
- Nascimento
- [18?] Maio 1901
- Hora
- 8:00 PM (tarde)
- Pai
- [?] Ventura, jornaleiro, natural de São Brás
- Mãe
- Rosa de Jesus [?], doméstica, natural de São Clemente de Loulé
- Avô paterno
- Ventura da Cruz
- Avó paterna
- [?] das [?]
- Avô materno
- [?] [?]
- Avó materna
- [?] de Jesus
- Padrinho
- [?] Pedro do [?](signed), proprietário
- Madrinha
- Maria [?](sister-in-law of godfather — "sua cunhada"; could not write), doméstica
- Freguesia
- São Brás de Alportel
- Concelho
- São Brás de Alportel
- Diocese
- Algarve
- Registo
- PT/ADFAR/PRQ/SBA01/001/00061
- Página
- 75
- Número
- 184
Perguntas deste registo
- Quando foi baptizado Virgilio?
- Virgilio foi baptizado em 1901-05-28.
- Quem foram os pais de Virgilio?
- Os pais registados foram [?] Ventura, jornaleiro, natural de São Brás e Rosa de Jesus [?], doméstica, natural de São Clemente de Loulé.
Transcrição
N.º 184 — Aos vinte e oito dias do mez de maio do anno de mil e nove centos e um, n'esta Sagrada Egreja parochial de São Braz d'Alportel, Concelho de Faro, diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo do sexo masculino a quem dei o nome de Virgilio, que nasceu n'esta freguesia pelas oito horas da tarde do dia [dezesete?/dezoito?] do corrente mez, primeiro do nome, filho legitimo de [Alfredo?/José?] Ventura, jornaleiro, e de Rosa de Jesus [Hora?], d'occupação domestica, esta natural da freguesia de São Clemente de [Loulé?], aquelle d'esta de São Braz, e nisto recebidos e parochianos, moradores no sitio do [Arrobo?/Arrocho?], neto paterno de Ventura da Cruz e de [Marianna?/Alfresia?] das [Rosas?/Rozes?], e materno de [Manuel?] [Villarta?/Vilharta?] e de [Thereza?/Alfresia?] de Jesus. Foram padrinhos que sei serem os proprios [Gregorio?] Pedro do [Nascimento?/Azoimento?], proprietario, e sua cunhada Maria [Julia?/Juliana?], d'occupação domestica, parochianos d'esta freguesia. E para constar se lavrou em duplicado este assento que depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, so comigo assignou o padrinho, por não saber a madrinha escrever. Era ut supra. Este assento não leva sello por serem pobres. Padrinho — Pedro do [Nascimento?/Azoimento?] [N.º ?] — [Aos?] [?] [dias?] [do mez de maio?] [do anno de mil novecentos e um?], [n'esta Sagrada Egreja parochial de São Braz d'Alportel?], Concelho de Faro, diocese do Algarve, baptisei solennemente um individuo do sexo masculino a quem dei o nome de Polycarpo, que nasceu n'esta freguesia pelas duas horas de manhã do dia vinte e seis do mez de janeiro proximo preterito, primeiro do nome, filho legitimo de João de Brito Viegas, proprietario, e de [Alfresia?] Romana, d'occupação domestica, naturaes, recebidos e parochianos d'esta freguesia, moradores [no?] sitio do [Boi?/Bol?] [?], neto paterno de José de Brito [Costello?/Castelo?] e de Joaquina [Thereza?], e materno de Antonio [Dias?/Vis?] [José?] e de Maria Romana. Foram padrinhos que sei serem os proprios [Manoel?/Manuel?] [José?] de Mendonça, proprietario, e sua filha [Maria?] [Thereza?/Shoreza?], solteira, [viva?/filha?] na sua casa paterna, parochianos d'esta freguesia. E para constar se lavrou em duplicado d'este assento que depois de ser lido e conferido perante o padrinho comigo assignaram. Era ut supra. N'este assento vai collado [um?] sello de cem reis. Padrinho — [Manuel?] [José?] de Mendonça Amadrinha — Maria [Thereza?/Shoreza?]