Casamento de Manoel Francisco e Maria Francisca, Nossa Senhora de Assumpção do Guerreiro, 1883

Registo paroquial transcrito

Casamento de Manoel Francisco e Maria Francisca, Nossa Senhora de Assumpção do Guerreiro, 1883. Registo paroquial transcrito de Nossa Senhora de Assumpção do Guerreiro. Manoel Francisco, Maria Francisca. Fonte: PT/ADFAR/PRQ/LLE06/002/00023.

Dados do registo

Tipo
Casamento
Casamento
1883-04-04
Noivo
Manoel Francisco, 28 anos, solteiro, trabalhador, nat. nesta freguesia, mor. sitio do Leitão
Noiva
Maria Francisca
Testemunhas
Joaquim Elzas Faiscas, proprietario, mor. sitio da Laroita; José Elzas, mor. sitio da Laroita
Pároco
Francisco Antonio de Moraes
Freguesia
Nossa Senhora de Assumpção do Guerreiro
Concelho
Loulé
Diocese
Algarve
Registo
PT/ADFAR/PRQ/LLE06/002/00023
Número
3

Perguntas deste registo

Quando casaram Manoel Francisco e Maria Francisca?
Manoel Francisco e Maria Francisca casaram em 1883-04-04.
Quem foram as testemunhas?
As testemunhas registadas foram Joaquim Elzas Faiscas, proprietario, mor. sitio da Laroita; José Elzas, mor. sitio da Laroita.

Transcrição

Nº 3 Aos quatro dias do mez de Abril do anno de mil, oitocentos, oitenta e tres nesta Fregª Parochial de Nossa Senhora de Assumpção do Guerreiro[?] Concelho de Loulé Diocese do Algarve, na minha presença comparecerão os Nubentes Manoel Francisco, e Maria Francisca, e quaes ui serem os proprios, com todos os papeis de oblito corrente, sem impedimento algum canonico ou civil para o casamento; Elle diz do de vinte e oito annos, solteiro, trabalhador, natural, baptizado nesta freguesia, morador no sitio do Leitão da mesma filho legitim apostolico Romano sendo testemunhas presentes, que si nominarproprios. Joaquim Elzas Faiscas, casado, proprietario, José Elzas, solteiro, vivendo em casa de seu pai, moradores no sitio da Laroita, desta freguesia. E para constar lavrei em duplicado o presente assento, que depois de ser lido, con ferite as conjuges e as testemunhas, eu o assinei por como uma testemunha só mente por mos as conjuges nem a outro saberem escrever. Loco ut supra. Testemunho Joaquim e Elzas Faiscas. O Prior Francisco Antonio de Moraes